quinta-feira, 23 de junho de 2011

Antigo, belo amor.


















um sentimento que me acompanha desde a nossa 7ª série.
eram cartas, bilhetinhos, textos imensos em seus cadernos, desenhos...
pena que só fomos desfrutar de tal sentir, no final da 8ª série.
foi o beijo mais esperado da minha pré-adolescência!
mas como num passe de mágica, nos dispersamos.
de um modo tão brusco, que me fez mal, muito mal.
certas atitudes de ambos, prejudicaram tudo o que conseguimos superar e conquistar.
fazendo assim, com que a distância tomasse de conta de nossos sentimentos.
sempre que tínhamos oportunidade, tentávamos colocar nossa história em pratos limpos, mas acabava em discussão.
dois anos se passaram, e continuávamos com essa discórdia.
e quando eu menos tinha esperança de que isso pudesse acontecer;
você veio até minha casa.
por alguns momentos até pensei que você faria da mesma forma das outras vezes;
em que você dizia que vinha, e não vinha.
mas dizem que milagres acontecem, sua vinda foi uma prova disso.
quando olho para o portão, e te vejo, lembro de tudo o que a gente já passou nesse meio tempo.
você entra, e aquele abraço apertado me alivia um pouco a falta que você fazia.
uma tarde de inúmeros assuntos, algumas pequenas discussões, mas nada que pudesse interferir em algo.
chega a hora de você ir,
algo ficou mal entendido,
mas rapidamente foi explicado.
você entra novamente, e me beija.
[...]
algumas palavras de saudades,
outros beijos.
e um tchau, com um ar de incerteza do amanhã.

Meu eu em você.



















eu não vejo, eu adimiro.

eu não respiro, eu suspiro.
eu não vivo, eu sinto.
eu não falo, eu declamo.
eu não gosto, eu amo.
eu amo, eu te amo.